sábado, 25 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Sebastião,
...os peixes sem nome e as plantas!!!!
Podia ser uma fábula de La Fontaine, mas é a vida na casa de Lúcia Freitas. A minha orquídea continua em pleno desenvolvimento e lá vêm novos rebentos. A outra, este ano não morreu e lá continua a crescer. Vida, vida, vida... há sensação melhor do que estar rodeada por ela? Quando penso em desistir olho para os meus peixes no aquário, o meu sebastião na sua gaiola ou para os novos rebentos e folhinhas das minhas plantas e só me apetece celebrar!
Poder parar uns segundos só para ouvir o coração bater, pode salvar-nos do tédio e do stress do dia-a-dia. Faz-nos acreditar que o ontem ficou para trás, o futuro é lá à frente e o que realmente importa somos nós agora. Uma lágrima cai para dar lugar a um sorriso, da mesma forma que uma folha seca para poder brotar uma nova.
Podia ser uma fábula de La Fontaine, mas é a vida na casa de Lúcia Freitas. A minha orquídea continua em pleno desenvolvimento e lá vêm novos rebentos. A outra, este ano não morreu e lá continua a crescer. Vida, vida, vida... há sensação melhor do que estar rodeada por ela? Quando penso em desistir olho para os meus peixes no aquário, o meu sebastião na sua gaiola ou para os novos rebentos e folhinhas das minhas plantas e só me apetece celebrar!
Poder parar uns segundos só para ouvir o coração bater, pode salvar-nos do tédio e do stress do dia-a-dia. Faz-nos acreditar que o ontem ficou para trás, o futuro é lá à frente e o que realmente importa somos nós agora. Uma lágrima cai para dar lugar a um sorriso, da mesma forma que uma folha seca para poder brotar uma nova.
domingo, 5 de julho de 2009
La vie
Por vezes, o facto de não perguntarmos quer apenas dizer que a outra pessoa está à vontade para contar o que achar que deve. É permitir o seu espaço e a sua tomada de decisões. Porque não precisamos saber sempre tudo, mas apenas o que for preciso saber.
Só que há momentos, em que apesar de a outra pessoa querer que nós saibamos, ela não vai contar se não perguntarmos. Ser amigo, ser irmão, ser amante de alguém é também saber quando perguntar. Porque só assim vamos ajudar.
Esta frase foi-me dita por uma amiga uma ou duas vezes, após ter feito uma pergunta, "Eh pá... fogo... tu!". Esclarecedora? Nem por isso, mas para mim sim. Quer dizer que aquela pergunta foi muito importante e acertiva. Ás vezes é preciso tomar a iniciativa, sem medos de ferir susceptibilidades.
Só que há momentos, em que apesar de a outra pessoa querer que nós saibamos, ela não vai contar se não perguntarmos. Ser amigo, ser irmão, ser amante de alguém é também saber quando perguntar. Porque só assim vamos ajudar.
Esta frase foi-me dita por uma amiga uma ou duas vezes, após ter feito uma pergunta, "Eh pá... fogo... tu!". Esclarecedora? Nem por isso, mas para mim sim. Quer dizer que aquela pergunta foi muito importante e acertiva. Ás vezes é preciso tomar a iniciativa, sem medos de ferir susceptibilidades.
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Parabéns!
Começou como personagem secundária e cerca de 6 anos depois já era mais popular do que a estrela que ele acompanhou. Na ficção, nascido numa sexta-feira, dia 13 de Março, que justifica as alhadas e azaradas em que se mete em cada filme/episódio, comemora hoje, dia 9 de Junho, os seus 75 anos. Ele chama-se Donald Fauntleroy Duck, e é a personagem de desenho animado mais apaixonante criada por Walt Disney. Só ele consegue arrancar-me gargalhadas e ternura com a mesma sinceridade de um ser humano. É rabugento, mal-disposto, azarado, distraído e desajeitado. Senão, comprove-se:


quinta-feira, 4 de junho de 2009
É tão bom ver um pouco de normalidade á nossa volta. Ver que há alguém que não passa o tempo todo a queixar-se da vida e a remar contra a maré, mas aproveita cada oportunidade para gerar outras e chegar onde quer, sem stress.
Esta é uma lição que eu quero aprender porque, afinal, o que importa não é o cavalo ser rápido ou lento, mas sim sabermos até onde queremos que ele nos leve.
Esta é uma lição que eu quero aprender porque, afinal, o que importa não é o cavalo ser rápido ou lento, mas sim sabermos até onde queremos que ele nos leve.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Cuidado com o que desejas
Porque te pode ser concedido! Não consigo descrever o sentimento da desilusão quando pensava que só poderia dar certo. Quando todos os ingredientes estavam reunidos e prontos para sair o melhor resultado. Não mais... One lesson to be learned... So sorry!
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