O tempo é AGORA.
Acabou o esperar que o tempo resolva o que não tem solução. Quem se perdeu está perdido!!!
Os verdadeiros amigos são aqueles que nos conhecem, e por conhecerem nos amam e perdoam... não nos abandonam, não nos "escolhem" de entre todos os outros, nem nos preferem ou pôem de lado... os amigos são os que nos estendem a mão quando estamos por baixo e nos empurram a tomar as boas decisões, são os que compreendem os nossos defeitos e fraquezas e entendem que é mais díficil ultrapassarmo-nos a nós mesmos que aos outros. São os que sabem das nossas lutas e não interferem, são os que magoamos, sem querer, e não se ferem! São os que são capazes de se sobrepôr para nos elevar e descer para nos fazer subir com eles. São os que não nos julgam nem condenam sem saber. São os que têm dúvidas sobre o que queremos e perguntam para não errar.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Há dúvidas?
Não há paciência! Há alturas na vida em que o que se diz não importa, o que se faz não interessa e o que se sabe simplesmente não conta.
Há alturas na vida em que fugir só não chega e em que gritar não adianta. Em que a única fuga possível é mesmo.... desaparecer!!!!
Nestas alturas nada importa.
Há dias fui ver a peça do Ricardo Araújo Pereira... "como fazer coisas com as palavras"... Não há dúvida de que ele é genial. Não no sentido de ser um génio , mas no sentido de só ele ser capaz de dissertar sobre uma série de afirmações sem sentido: “Eu aceito!!!!”... “Eu te baptizo com o nome de Princesa Stephanie”... “Eu aposto”... e como ele mesmo diz uma asserção é exactamente o contrário de uma promessa. Ambas não podem conviver na mesma frase ( a não ser que estejamos a concorrer a um cargo concelhio!).
Isto tudo para nos dizer que os factos destroem qualquer argumento.
E é neste sentido que eu digo que não há paciência e nada do que se diga importa porque vai sempre haver um desfasamento no entendimento. “Insulto-te”... e o outro não se sente de facto insultado... mas o verdadeiro insulto pode vir simplesmente da falta de consideração.
Quando olhamos á nossa volta e QUASE tudo nos faz mal... a não ser aquele amor, o nosso amor... Fica muito complicado sobreviver. É como respirar debaixo de água... acabamos por nos afogar! E a nossa sorte é esse amor, que funciona como uma palhinha por onde entram alguns sopros que de vez em quando nos ajudam a vir á tona.
A questão é: quando o balanço entre argumentos e factos é negativo... não há mto mais a fazer que não seja inverter esta tendência, o que na maior parte das vezes só se consegue com a mudança.
Há dúvidas?
Há alturas na vida em que fugir só não chega e em que gritar não adianta. Em que a única fuga possível é mesmo.... desaparecer!!!!
Nestas alturas nada importa.
Há dias fui ver a peça do Ricardo Araújo Pereira... "como fazer coisas com as palavras"... Não há dúvida de que ele é genial. Não no sentido de ser um génio , mas no sentido de só ele ser capaz de dissertar sobre uma série de afirmações sem sentido: “Eu aceito!!!!”... “Eu te baptizo com o nome de Princesa Stephanie”... “Eu aposto”... e como ele mesmo diz uma asserção é exactamente o contrário de uma promessa. Ambas não podem conviver na mesma frase ( a não ser que estejamos a concorrer a um cargo concelhio!).
Isto tudo para nos dizer que os factos destroem qualquer argumento.
E é neste sentido que eu digo que não há paciência e nada do que se diga importa porque vai sempre haver um desfasamento no entendimento. “Insulto-te”... e o outro não se sente de facto insultado... mas o verdadeiro insulto pode vir simplesmente da falta de consideração.
Quando olhamos á nossa volta e QUASE tudo nos faz mal... a não ser aquele amor, o nosso amor... Fica muito complicado sobreviver. É como respirar debaixo de água... acabamos por nos afogar! E a nossa sorte é esse amor, que funciona como uma palhinha por onde entram alguns sopros que de vez em quando nos ajudam a vir á tona.
A questão é: quando o balanço entre argumentos e factos é negativo... não há mto mais a fazer que não seja inverter esta tendência, o que na maior parte das vezes só se consegue com a mudança.
Há dúvidas?
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Vamos falar de amor?
Quantos, ou quantas, podem dizer, com toda a certeza, que encontraram aquela pessoa especial, que seriam capazes de amar por toda a vida com a intensidade do "agora"?
Quantos podem dizer que encontraram aquele ser que "encaixa" perfeitamente em cada curvatura do seu corpo e da sua mente? Aquele ser que se aninha no peito e preenche exactamente aquele espaço?
Quantos podem dizer que conseguiram encontrar o recheio da sua concha?
Quantos tendo-no encontrado, ousariam revelá-lo?
Quantos podem dizer que encontraram aquele ser que "encaixa" perfeitamente em cada curvatura do seu corpo e da sua mente? Aquele ser que se aninha no peito e preenche exactamente aquele espaço?
Quantos podem dizer que conseguiram encontrar o recheio da sua concha?
Quantos tendo-no encontrado, ousariam revelá-lo?
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Por quanto tempo?
Por quanto tempo com medo de perder... por quanto tempo com medo de sofrer... por quanto tempo com medo de nos revermos num passado frio, chocante e desgraçado... por quanto tempo com pena de nós mesmos, dos outros e dos que nem nunca iremos conhecer ou voltar a ouvir falar... por quanto tempo com receio que a vida nos ganhe, se sabemos que é a morte que nos vai sempre ganhar?
Por quanto tempo perguntar ao tempo quando vai chegar... por quanto tempo esperar pelo o que nunca vai acontecer... por quanto tempo ansiar, desesperar e chorar pela dor que nunca vai doer?
Chega de tanto tempo... é tempo de ultrapassar e tempo de esquecer!
Por quanto tempo perguntar ao tempo quando vai chegar... por quanto tempo esperar pelo o que nunca vai acontecer... por quanto tempo ansiar, desesperar e chorar pela dor que nunca vai doer?
Chega de tanto tempo... é tempo de ultrapassar e tempo de esquecer!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
O meu GOLFINHO
Porque o que se quer sempre se encontra, até debaixo de uma pedra ou a contemplar uma rocha de forma engraçada, enamorada de si própria com orgulho do que é... Porque quando tem de ser, tem de ser, acontece, aconteça o que acontecer e encontramos quem nos ama, como amamos... E somos mais e melhores... por dentro e que se vê por fora como somos e o que temos.
O meu GOLFINHO...
O meu GOLFINHO...
domingo, 11 de novembro de 2007
Hoje
| Estou feliz... ....porque me encontro no seio dos que mais amo... porque tenho num raio de apenas alguns metros concentrado todo o meu amor! Porque estou onde me sinto mais amada, mais acolhida... onde estao todos aqueles que a vida nao me fez perder, mas ganhar mais e mais e mais... porque tb tu estás tao perto... Quero sentir que vos mereco, para nao ter medo de vos perder; quero sentir que vos tenho, para nao ter medo de vos usufruir; quero sentir que me querem, para nao ter medo de me dar... |
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